A ARVORE DO CONHECIMENTO MATURANA E VARELA PDF

II: A organizao dos seres vivos III: Histria: reproduo e hereditariedade IV: A vida dos metacelulares V: A deriva natural dos seres vivos

Author:Dougore Shajora
Country:Kenya
Language:English (Spanish)
Genre:Personal Growth
Published (Last):6 April 2008
Pages:59
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ISBN:907-9-79834-580-4
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II: A organizao dos seres vivos III: Histria: reproduo e hereditariedade IV: A vida dos metacelulares V: A deriva natural dos seres vivos VI: Domnios de conduta X: A rvore do conhecimento Fontes das ilustraes Sempre somos contra a guerra, mas, depois de t-la feito, no podemos viver sem ela. A todo momento queremos voltar guerra. Bateson pode ser considerado o "pai" da anlise das perturbaes mentais na perspectiva de sistema, em que o sujeito "perturbado" apenas um componente de uma dinmica de atividade social j estabilizada.

Sua decidida presso para que se encontrasse uma explicao para o fenmeno do conhecimento humano a partir da perspectiva ciberntica faz dele um fundador no campo da ciberntica de segunda ordem.

Primeiras folhas: a necessidade de nos conhecermos "Para levantar uma carga muito pesada preciso conhecer seu centro. Assim, para que os homens possam embelezar suas almas, necessrio que conheam sua natureza. Egonutica 1 As cincias sociais, em particular a economia, as cincias polticas e as cincias da educao, esto fundadas numa adequada compreenso da natureza do processo de aprendizagem humana, a partir do qual se determina a diversidade das condutas humanas?

Caso no, poderiam elas vir a s-lo? Ou seja, poderia o ser humano desenvolver uma teoria capaz de dar conta dos processos que geram. Fragmento de um poema que escrevi quando estudante de engenharia, cujo tema era o navegar por dentro da alma da engenharia do futuro. Alm disso, essa necessidade se tornou to forte que, ao concluir o curso de engenharia. Noutras palavras, ser possvel que nossa grande eficcia para viver nos mais diversos ambientes se veja eclipsada e por fim anulada diante de nossa incapacidade para conviver com os outros?

Ser possvel que a humanidade, tendo conquistado todos os ambientes da Terra inclusive o espao extraterrestre , possa estar chegando ao fim, enquanto nossa civilizao se v diante do risco real de extino, s porque o ser humano ainda no conseguiu conquistar a si mesmo, compreender sua natureza e agir a partir desse entendimento? Pouco a pouco, parece que estamos nos aproximando do momento em que o grande, poderoso e aparentemente indestrutvel navio que nossa modema civilizao colidir contra a grande massa submersa de nosso formidvel auto-engano, da estril racionalidade com que falseamos nossa natureza social e que nos conduziu a essa titnica confrontao de foras em que todo entendimento, toda reflexo profunda, toda reviso da responsabilidade pessoal que cabe na gerao desse abismo parecem sistematicamente abolidos, j que "a culpa de tudo sempre dos outros".

Se, por assim abandonar o timo do nosso humano poder de reflexo que permite a mudana de curso, sobrevier o momento do iminente naufrgio e do grito de "salve":se quem puder! Enquanto isso no acontece, ainda h tempo, mas empreg-lo em qu? Voltemos atrs. Em que os economistas, os nossos polticos, os educadores sociais, os meios de informao esto empregando seu tempo?

Cruzamento de curvas de oferta e procura, urgncia de liquidez a curto prazo, segurana interna, geopoltica, trans- A roore do conhecimento 15 misso de conhecimentos e informao de acontecimentos entre outras coisas , mas onde est o essencial?

O que se aventa como soluo para conseguir uma harmonia social a longo prazo? Que escola de economia ou de cincias polticas centra seus estudos em tomo do processo fundamental da sociedade - a aprendizagem?

Porque o processo de aprendizagem, para os seres sociais, tudo. No nascemos nem amando nem odiando ningum em particular. Como ento aprendemos isso? Como o ser humano capaz de odiar com tanta virulncia, a ponto de destruir os outros, mesmo custa de sua prPz?

Porventura sabemos como o nosso sistema nervoso opera e que relao ele tem com o tremendo poder especificador de realidade que a imitao do comportamento? Aqui est a chave. Para a compreenso desse processo deveriam convergir todas as foras e interesses das cincias sociais. Mais ainda: dada a importncia do processo de aprendizagem social na evoluo cultural de uma sociedade, essa matria deveria ser tema obrigatrio de debate acadmico na formao curricular de todo profissional cientistas polticos, educadores, Foras Armadas, homens de empresa, comunicadores sociais etc.

Porventura nossos economistas de qualquer ideologia sabem por que a psiquiatria, a psicologia, a sociologia fracassaram to redondamente at agora em fornecer uma explicao adequada a esse processo de aprendizagem como parte da natureza sociobiolgica do ser humano? Por que eles no sabem disso? H algum sequer, dentre as autoridades com grande poder de deciso, seja qual for o governo, de qualquer parte do mundo, que se interesse seriamente em saber disso?

E no entanto a resposta a tal pergunta vital para o nosso prprio desenvolvimento, pois nos permitiria guiar com mais acerto nossa evoluo cultural e humana, visto que ela nos faria compreender a natureza da formao de uma sociedade como conjunto e nosso papel individual nela. Tal coisa im- 16 Hwnberto Maturana R. No obstante, fala-se e exorta-se a que realizemos uma quimrica unidade em riome do qu? Exatamente como se nosso planeta no tivesse outro destino, que no o de ser um gigantesco estdio de futebol blico em que o jogador inimigo se nos apresenta sempre como que atentando contra os nossos mais sagrados valores, l longe, na espessa noite de sua maldade preconcebida, sem que jamais pensemos que talvez o processo de aprendizagem social seja uma s trama apertada de relaes humanas, na qual nossos prprios atos esto contribuindo constantemente para aumentar a polarizao e a divergncia social, cavando com isso nosso prprio abismo, mesmo quando acreditamos lutar pela nobre causa da "verdade" que o outro, em sua cegueira intencional, no pode nem quer reconhec-la como tal.

Seja como for, fala-se de "unidade", mas no h preocupao em saber qual o processo de aprendizagem social que produz a feroz divergncia. Isso no mnimo uma estranha contradio ou um crasso esquecimento. Em todo o caso, a resposta pergunta anterior muito simples e est ao alcance da mo de todo aquele que aprofunde um pouco sobre o tema. A razo pela qual no foi possvel at h poucos anos fornecer uma descrio precisa de nossos processos de aprendizagem que proporcionar uma descrio cientfica ou "objetiva", como tradicionalmente se pensa, de um fenmeno em que o prprio pesquisador est envolvido, pretendendo no estar, uma flagrante contradio conceituaI, e desta forma nos im- A rvore do conhecimento 17 possibilita adquirir esse conhecimento como operar universal da natureza humana.

No possvel conhecer "objetivamente" fenmenos sociais nos quais o prprio observador-pesquisador que descreve o fenmeno est envolvido. Foi justamente essa noo do "conhecer" que bloqueou firmemente a passagem do conhecimento humano para a compreenso dos seus prprios fenmenos sociais, mentais e culturrus.

Por isso mesmo, temos assistido, nos ltimos cem anos, proliferao de todo tipo de teorias sobre o comportamento humano, que se baseiam, em ltima instncia, apenas em pressuposies acerca dos processos operacionais que geram o comportamento humano ou seja, nossos processos de aprendizagem , dada a impossibilidade de responder, a partir do enfoque tradicional das cincias naturais, s trs perguntas-chave sobre o operar de nossa prpria natureza, que so: 1.

Qual a organizao de todo ser vivo? Qual a organizao do sistema nervoso? Qual a organizao bsica de todo sistema social? Ou, o que d no mesmo, quais so e como surgem as relaes comportamentais que originam toda cultura?

Desse modo, afirmou-se que os comportamentos so geneticamente determinados; que o ser humano instintivamente agressivo; que os comportamentos so resultado das relaes sociais de produo; que os organismos vivos agem por "instrues" ou "informao" provinda do meio ambiente, e que eles aprendem a representar em seu sistema nervoso memria ; que o sistema nervoso, em seus processos de percepo, opera captando, processando, acumulando e transmitindo infonnao etc.

O problema, para validar essas hipteses como verdadeiras, que nenhuma dessas teses contou com uma 18 Humberto Maturana R. S podemos conhecer o conhecimento humano experincias, percepes a partir dele mesmo. Para alm disso, no possvel dizer nada. Por sua vez, contudo, essas palavras impelem todo pesquisador social a se conscientizar do que elas implicam; depois, tendo assumido seriamente que esse o corao do problema do conhecer humano, j no poder se esquivar dele.

Desse modo, o tranqilo pesquisador que alegremente percorria seu caminho, confiante na realidade "objetiva" das sementes de "verdades" que se aninham em seu corao, ver-se- bruscamente interceptado diante desse abismo aberto pelas inevitveis perguntas que persistem o problema da circularidade ou tautologia cognoscitiva e que o obrigaro a construir uma nova e consistente ponte de valor universal, se desejar chegar ao mundo humano cruzando o espao conceituaI desse brutal desafio.

Como a conscincia humana pode descrever- com validade universal seu prprio operar? Como pode a conscincia descrever a atividade subjacente conscincia, da qual surge 2 TautolOgia: uma afinnao que se valida a si mesma, como, por exemplo, definir um homem "bom" como aquele que pratica atos "bondosos", definindo, por sua vez, atos bondosos como aqueles que so prprios de um homem "bom". Tautologia, portanto, uma definio no espectilcada por variveis independentes da prpria definio. Se a isso acrescermos a problemtica da linguagem, formularemos a quesw.

Como pode a guia da inteligricia caar a si mesma em seu reflexo? Logo, para dizer como opera um sistema social, neste ,caso a partir dessa perspectiva, devemos conhecer tanto a. Ou seja, devemos mostrar tanto as relaes entre componentes que o definem como tal organizao como os componentes com suas propriedades mais as relaes que o realizam como uma unidade particular estrutura.

Aqui surgem ento nossos problemas de fundo: 1 Qual a organizao constituinte prpria de qualquer sistema social? Neste caso particular, isso significa o formidvel desafio de que podemos ser capazes de gerar um mecanismo explicativo experiencial-operacional que mostre como possvel que tal atividade proposta gere por si mesma o fenmeno do qual se quer dar conta, e, em nosso caso especfico, o fenmeno da autodescrio ou autoconscincia. Bem, no mau-comear por reconhecer que no justamente isso o que ocorre.

Ou seja, so explicaes gerativas do fenmeno a ser explicado. A rvore do conhecimento 21 Depois disso foram realizados, ao longo de toda a dcada passada particularmente na Europa e nos Estados Unidos , congressos voltados para a anlise das numerosas repercusses que teria o fato de assumir seriamente a viso que essa nova perspectiva revela para os fenmenos sociais.

Em todo caso, parece que tais avanos do intelecto humano chegam remando bem devagar a estas longinquas costas do Pacfico Sul. Isso algo incrvel, j que o homem que justamente "desbloqueia" o caminho par uma pesquisa rigorosamente cientifica das cincias sociais, resolvendo o n grdio da circularidade cognoscitiva, chileno, como chilena tambm boa parte dos pesquisadores que ampliaram a extenso de tal viso.

Alm disso, esse grande cientista ensina na Universidade do Chile desde Como explicar essa ignorncia de mais de uma dcada numa matria to vital para os pesquisadores sociais, humanistas, educadores, meios de comunicao e autoridades em geral?

E vital sobretudo para ampliar os horizontes dos estudantes tanto colegiais como universitrios e de instituies de ensino superior, independentemente da pz:ofisso escolhida, posto que se trata de conhecimentos altamente necessrios para a sociedade seja ela qual for , cujas principais caracterstcas so a transculturalidade, a transdisciplinaridade e por isso mesmo a transideologicidade.

Eu no saberia dar uma resposta apropriada a esse desinteresse em conhecer como opera a prpria natureza, mas imagino que, se Nietzsche assistisse a essa indiferena generalizada diante de um tema to crucial para nossa sobrevivncia de seres sociais, sem dvida comentaria, com seu irnico e habitual sarcasmo: "humano, demasiado humano".

Quanto a isso, justamente no livro assim intitulado que podemos ler sua opinio sobre os processos que originam as culturas ou, em termos mais modernos, sobre os processos relaes comportamentais humanas que conformam a organizao dos sistemas sociais.

Se a humanidade no h de se des- 22 Hwnberto Maturana R. O que a cincia abriu a todas as suas disciplinas, e em particular s cincias da vida e s cincias sociais Gom os processos de decises sociopolticas que emanam destas ltimas , foi no a "verdade"particular de uma nova ideologia posto que o mundo cientfico lida com confirmaes de validade experiencial universal no mbito humano , mas sim uma nova perspectiva sobre a natureza humana, um novo cume a partir do qual podemos visualizar coerentemente o prprio vale onde vivemos.

Com isso se nos abriu um novo espao intelectual e espiritual, tanto de debates como de renovao pessoal e social, no qual deveremos levar at o limite do possvel toda discusso acerca do tema, pois a criao de consenso sobre o operar de nossos processos de aprendizagem social vista como a nica alternativa vlida racional que nos resta para reduzir as tenses sociais e reverter o processo de desintegrao das sociedades modernas, levando estas ltimas, em contrapartida, a uma construo social de colaborao mtua.

No dificil perceber isso, pois se s possvel discrepar sobre uma base de consenso do contrrio, s haver enfrentamento de foras , estamos ad portas da possibilidade de abrir debates em qualquer nvel sobre o operar de nossa natureza universal, a fim de produzir um domnio de consenso que A rvore do conhecimento 23 possibilite o entendimento entre nossas complexas sociedades modernas to interdependentes umas das outras.

No se v acreditar que isso apenas outra roupagem de nossa conhecida deusa Utopia, pois de fato contamos com os dois poderosos recursos necessrios para obter tal consenso. Nosso altrusmo biolgico natural e a necessidade que temos como indivduos de fazer parte de grupos humanos e de operar em consenso com eles, fenmenos esses que se do em todos os seres cuja existncia transcorre num meio social. O formidvel poder de transformao do prprio mundo de que dispomos, graas nossa colossal faculdade que a reflexo consciente.

No primeiro caso, esse poderoso impulso biolgico fundamental. Ao invs disso, este livro mostrar que os impulsos altrustas, presentes desde o comeo de nossa vida de seres sociais centenas de milhes de anos atrs , so a condio biolgica de possibilidade do fenmeno social: sem altrusmo no h fenmeno social.

Triste constatar que as condies atuais de nossas sociedades esto atentando contra a plena realizao desse altrusmo biolgico natural e suicidando nossa vida social ao se empregar contra outros seres humanos a fora de coeso social que brota de nossos naturais impulsos e necessidades de comunicao e de pertena a um meio comunitrio e cultural.

Infelizmente ainda no aprendemos a nos conduzir de maneira a poder ampliar a escala de ao para toda a humanidade desses magnficos impulsos co-naturais ao ser social, e, embora os utilizemos em alianas que so foras de choque contra outras alianas, em tal expresso de nossa natureza social que radica a esperana de nos tomarmos verdadeiramente humanos, com toda a carga tica que essa expresso 24 Hwnberto Maturana R. SubmeIjamo-nos no entendimento biolgico do ser humano em sua convivncia, j que a que existem e ocorrem essas poderosas foras naturais de coeso social que veremos como parte essencial do processo que conforma a prpria origem de nossa conscincia.

O que precisamos ento no criar impulsos biolgicos novos, nem tentar melhorar a inteligncia humana por meio da engenharia gentica, nem esperar uma ajuda sobrenatural ou extraterrestre que no chegar. A nica coisa que podemos e devemos fazer libertar em toda a sua extenso esses impulsos biolgicos naturais que j possumos, prestando-lhes toda a ajuda que pudermos, removendo, com nossa reflexo consciente, todos os ramos, muros e toneladas de rancores acumulados como escombros que os sufocam e esmagam, j que, estando como esto, acham-se orientados contra outros homens, o que impede de libert-los na plena manifestao de sua maravilhosa dimenso natural, que nossa realizao existencial de seres sociais e sociveis.

No que tange ao segundo poder, o poder da reflexo consciente, provavelmente nossa milenar ignorncia sobre as suas origens como se gera, como surge a reflexo consciente na natureza que nos impede de us-lo de outra maneira que no como arma defensiva dos prprios interesses, impossibilitando-nos assim de lanar mo da tremenda potncia do poder da reflexo numa decidida transformao no j do mundo de regularidades fisicas que nos cerca, mas sim em ns mesmos e em nossas relaes sociais.

Se diante da diferena com o outro geralmente reagimos selando o valor, o significado de tal diferena, com o estigma de uma divergncia cultural ou pessoal que revela uma incompatibilidade de fundo que no estamos dispostos a rever, nunca atingiremos uma convivncia criativa e sempre estaremos generalizando o rancor, que se transforma num agressivo controle ou numa submisso hipcrita.

Assim, a imperiosa necessidade de dar uma guinada, de promover uma transformao interna "vivncia da humanidade", s ter sentido realista se se comear pela reflexo aplicada prpria transformao individual, pois todos ns contribumos para que nosso mundo seja o que : um mundo pelo qual cada dia mais dificil sentir admirao e respeito, numa condio que, como bem sabemos, torna tudo ainda mais dificil. Desumana armadilha esta, pois nos leva a negar outtos seres humanos como legtimos possuidores de "verdades" to vlidas como as nossas.

S ento a dvida sobre a certeza cognoscitiva ser salvadora, pois levar a refletir para o entendimento da natureza de si mesmo e dos semelhantes, ou seja, para a compreenso da prpria humanidade, o que libertar por acrscimo os impulsos biolgicos de altrusmo e cooperao de sua asfixiante clausura que a sua utilizao na unio com outros seres humanos para a negao de outros seres humanos. Se o conhecido atrai e retm numa "fIxao" da verdade justamente por ser terreno "conhecido", sob o aval de poderosas e "sagradas" tradies, ao convert-las em verdades absolutas fazemos de tais certezas as maiores barreiras na compreenso social mtua, e, se queremos super-las, o caminho ento educarnos e educar nossos fIlhos na aventura do conhecimento que nos espera mais frente como culminncia de um esforo bem dirigido, do "conhecido por criar" num entendimento social que ainda no existe.

DIGLOSIA LINGUAL PDF

LIVRO A ARVORE DO CONHECIMENTO MATURANA E VARELA EM PDF

Faesar This and some other points make sure that you understand that a person, and that means you too, is not able to act or react outside of the domain of what he has learned already. Reproduction the fracture of a unity to create two unities of the same classhowever, is necessarily historical. Interested in cybernetics, theoretical biology, and philosophy but still find Dan Brown novels to require mental gymnastics? Overall, his work is concerned with the biology conhefimento cognition Xonhecimento creation from a mold is historical if iterated. Along the way, we put together the building blocks of an explanatory system capable of showing how the phenomena proper to living beings arise. ToK is not only more clearly written but is laden with examples, something lacking in the uncompromisingly sterile Autopoiesis and Cognition.

CRISTINA PERI ROSSI SOLITARIO DE AMOR PDF

A árvore do conhecimento – Maturana e Varella

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